
Em noite enluarada
zarpei no meu bote
em busca do nada
e sem encontrar mote
A lua brilhava
o barco seguia
os olhos choravam
e eu recordava!
Ó noite sombria
Ó lua sózinha
Um homem sem norte,
Como é que caminha?
Fui remando só
Quanto tempo, nem sei
e a pensar e a remar,
a calma chegou, o vento amainou
e eu te encontrei...